Ultimamente as condições climáticas estão uma loucura.
Ninguém nos Institutos Metereológicos consegue acertar com exatidão e isso fez com que rodássemos em torno de 900 km onde rolou de tudo um pouco.
Nosso destino era a região colonial de Pelotas/RS, mas até o acesso, sol, nublado e chuva, além de um grande numero de veículos saindo para aproveitarem o feriadão.
Isso ocasionou velocidades baixas e algumas loucuras de motoristas irresponsáveis, inclusive com capotamentos em retas o que apenas demonstra a total falta de respeito à vida.
Mas nem tudo foi loucura, bem ao contrario, quando acessamos a Colônia, estrada tranqüila com casas onde se observava arquitetura do século passado e mesmo após nos trechos sem pavimentos, estavam em bom estado.
Pousada construída em 1851, pé direito alto, silêncio e chuva, o que nos fez reduzir algumas visitas, mas em compensação, um bate papo e novos relacionamentos de amizades se criando.



No amanhecer, os pássaros cantarolando nos enganam, pois achamos que o dia ia ser de muito sol.








Novamente, todas as estações durante o mesmo dia e um trajeto onde visitas a vinícolas, museus e o Santuário de Guadalupe já em direção a Pelotas/RS foram ficando para trás.




Nas dificuldades é onde se observa o humor das pessoas e fiquei feliz com o que vi, até no momento que fomos para o passeio de barco no Laranjal.
Não rolou por problemas mecânicos e devera ficar para uma próxima oportunidade, mas isso não quer dizer que não tenhamos navegado, se considerarem um afastamento de 50m do cais.
Fizemos até fotos, rsrsrs.
Confraternizações são normais nas trips e claro, camisetas para sorteio entre a turma estão valendo.
Cortesia de nosso parceiro Spinelli Off Road.
No retorno fugimos do roteiro traçado e fizemos a volta na Lagoa do Patos, tudo para podermos rodar com total tranqüilidade e o que justamente aconteceu.

Paradas obrigatórias no trecho e mais uma viagem tranqüila.
Agradecimentos as fotos cedidas pelo casal Nenão e Marcia.

Que venha o próximo destino.
Por Jerre Rocha

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